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quinta-feira, março 15, 2007

76. — Sporting «Reservas», 1968-69

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► José Pedro BARROCA da Silva, GR•1 5+0J.,
-2G.
► Joaquim da Silva CARVALHO, GR•2 3+0J.,
-1G.
— ZECA SANTOS, GR•3 (jogou a final da Taça de Honra, em 4-Set-68) 2+2J.,
-4G.
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► TEJANA, LD, DC" 5+0J.
{onde mais jogaria este Tejana?}
► Vitorino BASTOS, DC'
9+0J.
► JARDIM, DC", ME 6+1J.
{onde mais jogaria este Jardim?}
► CARLOS PEREIRA, LE
8+1J.
► Daniel Afonso da Silva "DANI", DC" 3+0J.,
1V.
► CELESTINO Silva Martins Bárbara, LD
3+0J.
— ALEXANDRE BAPTISTA, DC'
2+0J.
— João MORAIS, LD 2+0J.,
1G.
— Manuel PEDRO GOMES, LE 2+0J.
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► Carlos Alberto Serra BARÃO, MD 8+0J.
► Lourenço Salvador SITÓE, ME, ED 7+1J.,
3G.
► JOÃO CARLOS, ME 5+0J. {onde mais jogaria este João Carlos?}
— ABREU, ME, EE 1+4J. {onde mais jogaria este Abreu?}
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► ARMANDO Pedro LUÍS, ED 7+0J. — n: 9-Set-49
► CAROLINO, QD 8+0J.
{onde mais jogaria este Carolino?}
► MANUEL DUARTE, QE 9+0J., 5G.
► PANHUFA, EE 9+0J., 1G.
{Farense, e onde mais teria jogado este Panhufa?}
► ERNESTO Francisco de Sousa, ED, QD
4+0J.
— JOÃO MACHADO, QD (ainda «Junior») 1+0J., 2G.
— Mário Mateus "MARINHO", QE
1+0J.
— MACHUCO, ED, ME 0+4J.
{onde mais jogaria este Machuco?}
► FERNANDO MATOS, QE 0+0J.
{onde mais jogaria este Fernando Matos?}
► Joaquim António OLIVEIRA DUARTE, EE (Só fez jogos da Taça de Portugal, 6 de 7 — 3 golos)
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■ Treinador: †Mário Lino (devia ser o adjunto de Fernando Caiado)
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►►► posições, símbolos
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O leitor e comentador Bada Bing mencionou, há cerca de uma semana, no blog «
O Cromo dos Cromos», um jogador de nome Panhufa, que havia ingressado no S.C. Farense no princípio da década de 70. Na altura procurei por dados referents a esse jogador, mas não consegui encontrar nada. Contudo, eu recordava ter lido esse nome e pensava que ele havia jogado a extremo esquerdo no Sporting C.P., equipa de reservas. Hoje, 14 de Março de 2007, sem procurar, encontrei algo sobre o Panhufa. Ele fazia parte da equipa de reserves do Sporting C.P. de 1968-69, juntamente com alguns notáveis do clube de Alvalade.
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Nota:
Os dados estatísticos que incorporei foram os dados que consegui obter de 10 jogos que a equipa de reservas do
Sporting C.P. fez nessa época. Se fez mais que 10 jogos, isso não sei!
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segunda-feira, janeiro 23, 2006

17. — S.L. Benfica, 2003-04 – Fehér


Fehér: O Seu Último Jogo
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Vitória de Guimarães – Benfica, 0-1
SuperLiga, 19.ª Jornada.
25-Jan-04, às 19h45.
Local: Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria).
Disciplina: Cartões amarelos para Bruno Alves (V. Gui., 50 m), Zahovic (Benf., 64 m), Flávio Meireles (V. Gui., 81 m), Fehér (Benf., 90+ m).
Golo: 0-1, Fernando Aguiar (90’+).

Vitória de Guimarães: Palatsi; Abel, Bruno Alves, Cléber, e Rogério Matias; Flávio Meireles, Afonso Martins, e Rubens Júnior (Djurdjevic, 71’); Nuno Assis (João Tomás, 71’), e Guga; Romeu.
Suplentes não utilizados: Miguel (GR), Fangueiro, Medeiros, Manuel José, e Carlos Carneiro.
Treinador: Jorge Jesus.



Benfica: Moreira; Miguel, Armando Sá, Ricardo Rocha, e Argel; Petit, e Tiago; João Pereira (Fehér, 60’), Simão, e Zahovic (Fernando Aguiar, 75’); Sokota.
Suplentes não utilizados: Bossio (GR), Hélder, Fyssas, Andersson (suéco), e Alex.
Treinador: José María Camacho (espanhol).

Miklós Fehér
Natural de Tatabánya, Hungria
Nascido em 20 de Julho de 1979, faleceu a 25 de Janeiro de 2004


O trágico desaparecimento de Miklós Fehér
..........A forma brutal como o jovem jogador húngaro Miklós Fehér sucumbiu no terreno de jogo, na noite do dia 25 de Janeiro de 2004, no final da partida disputada no Estádio D. Afonso Henriques, frente ao Vitória de Guimarães, a contar para a 19.ª jornada do campeonato da SuperLiga, constitui o mais marcante acontecimento do ano do centenário.
..........Apesar de não ser habitualmente utilizado, o possante avançado magiar era uma das esperanças do futebol encarnado e gozava de grande simpatia por parte de colegas e adeptos.
..........O jogador, depois de admoestado com o cartão amarelo, por alegada tentativa de atrasar a reposição da bola em jogo, sorriu para o árbitro, curvou-se para a frente com as mãos sobre os joelhos e caiu desamparado no relvado.
..........Apesar da rápida intervenção de médicos e socorristas, todas as tentativas de reanimação se revelaram infrutíferas.
..........O jovem internacional húngaro deu entrada no Hospital Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães em paragem cardio-respiratória.
..........Às 23h40, o director clínico do Hospital oficializava, em comunicado, a notícia que todos já conheciam, mas em que ninguém queria acreditar: a morte de Miklós Fehér.
..........O Benfica proporcionou ao atleta uma despedida à altura dos seus méritos e da forma como sempre se comportou dentro e fora do relvado. Milhares de pessoas, de todas as idades e proveniências, em ambiente de grande consternação, passaram pelo átrio principal do novo Estádio do Sport Lisboa e Benfica para um último adeus ao jogador. O corpo manteve-se em câmara-ardente durante a noite do dia 26 de Janeiro e ao longo de todo o dia seguinte.
..........A Assembleia da República, associando-se ao luto que atingiu o desporto português e, em particular, a família do jogador e do Benfica, cumpriu no dia 29 de Janeiro um minuto de silêncio em memória de Miklós Fehér.
..........A maior parte dos dirigentes e a totalidade dos técnicos e jogadores deslocaram-se a Gyor, na Hungria, em avião especialmente fretado pelo clube, para acompanharem Fehér à sua última morada e lhe poderem prestar uma última homenagem.
..........A comitiva que se deslocou à Hungria integrava, para além dos dirigentes do clube e de representantes de outros organismos e colectividades, bem como diversos titulares de cargos públicos.
..........Em Gyor, debaixo de um imenso manto de neve que cobria o cemitério local, foram particularmente comoventes os elogios fúnebres então proferidos.
..........Istvá Gyurcsány, ministro húngaro da Infância, da Juventude e do Desporto, esteve entre os oradores da cerimónia fúnebre. Das suas palavras, retirámos o seguinte excerto:
..........“Vim despedir-me em nome da Hungria e do povo húngaro. Tu eras um entre nós e sabias muito bem qual era o teu caminho. Nem todos conseguem fazer o que tu conseguiste. Tu chegaste muito longe, mais longe do que nós alguma vez pensávamos. Chegar à equipa de Eusébio, jogar no grande Benfica foi um grande feito. As crianças que jogam à bola sabem da importância disso. O futebol era a tua vida e agora, também, a tua morte. Tu não merecias isso, nem nenhuma das pessoas que estavam perto de ti. Agora vais outra vez muito longe. Espero que tenhas cuidado contigo. Boa viagem para ti”.
..........Igualmente comovente e emocionado foi o breve discurso do presidente do Benfica. Luís Filipe Vieira prometeu a Miklós Fehér que “o Benfica vai e está a fazer tudo para ser digno da tua memória e do teu exemplo”.
..........“No dia em que formos campeões — disse o presidente — não duvides que os teus companheiros, todos nós, ergueremos a taça para os céus e brindaremos à tua luta e à tua atitude de campeão que viveu sempre na tua alma de Homem íntegro. Esse dia não demorará. Será o teu dia e o dia da grande família benfiquista”.
..........Milhares de associados e simpatizantes do clube da águia e muitos adeptos do futebol e anónimos se juntaram à família do malogrado atleta num momento muito difícil para o clube e para o futebol português.
..........Miklós Fehér foi a figura central do encontro Benfica—Académica que se disputou na Nova Catedral na noite do dia 3 de Fevereiro de 2004. Os associados do clube, presentes em grande número, quiseram manifestar o seu apoio à equipa, que sentiu particularmente os efeitos do sucedido e, simultaneamente, homenagear mais uma vez o jovem jogador. Antes do encontro, foi exibido um curto filme com alguns dos melhores lances de Fehér com a camisola do Benfica. Durante o minuto de silêncio em sua memória, todos os espectadores presentes no Estádio ergueram um cartão negro, associando-se, dessa forma, ao luto pela morte do inditoso futebolista.
..........O jogador, cuja camisola 29 não voltará a ser envergada por qualquer outro colega de
equipa, verá o seu nome perpetuado para sempre no Museu do clube e na memória de todos quantos viveram esta enorme tragédia que a televisão levou a todo o país e aos mais recônditos lugares da Terra, onde a bola é rainha.
Origem: Este texto foi extraído, sem alterações, do livro «Sport Lisboa e Benfica 100 gloriosos anos — A História 2 [de uma colecção de 10 livros]», da página 72 à 75, publicado por A Bola em 2004.
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Cronologia do Drama
21h32 → Fehér cai no relvado.
21h33 → Equipa médica do Benfica entra no relvado.
21h35 → Massagistas tentam reanimar o jogador.
21h36 → Um elemento da equipa médica entra no relvado com um desfribrilhador.
21h36 → Petit entra em campo com outro desfribrilhador.
21h38 → Palatsi, Moreira e Argel afastam os painéis publicitários para permitir a entrada da ambulância no terreno de jogo.
21h39 → A ambulância entra no terreno de jogo.
21h42 → Chega outro aparelho médico para tentar a reanimação de Fehér.
21h44 → Fehér entra na ambulância.
21h45 → Ambulância abandona o Estádio D. Afonso Henriques.
21h50 → Final da partida (Fehér chega ao Hospital de Guimarães).
21h50 → Fehér dá entrada no Hospital de Guimarães.
22h10 → Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, chega ao Hospital.
22h21 → Seara Cardoso, vice-presidente, chega às instalações hospitalares.
22h35 → Começam a chegar ao Hospital atletas do Vitória de Guimarães.
22h45 → Chega ao Hospital o plantel do Benfica.
22h50 → Alexandre Pinto da Costa, empresário de Fehér, chega ao Hospital.
23h00 → Plantel do Benfica abandona as instalações hospitalares.
23h10 → Fehér morre.
Original: Casa Benfica de Fall River (EUA).


Carreira Futebolística de Miklós Fehér
1995-96 Eto FC Györ (8 jogos, 2 golos).
1996-97 Eto FC Györ (29 jogos, 8 golos).
1997-98 Eto FC Györ (25 jogos, 13 golos).
1998-99 F.C. Porto (5 jogos, 0 golos).
1999-00 F.C. Porto (5 jogos, 1 golo).
1999-00 Salgueiros (14 jogos, 5 golos).
2000-01 Sp.C. Braga (26 jogos, 14 golos).
2001-02 F.C. Porto (3 jogos, 1 golo).
2002-03 S.L. Benfica (17 jogos, 4 golos).
2003-04 S.L. Benfica (12 jogos, 3 golos).
Internacionalizações: (25 jogos, 7 golos) pela Selecção da Hungria.
Total: Jogou em 9 épocas, 5 clubes e Selecção (169 jogos, 58 golos).
Estreia Internacional: Hungria contra Azerbeijão em Outubro de 1988.
Origem (em parte): Wikipedia (in English).

Miklós, jamais serás esquecido. A tua memória perdurará pelos tempos. O Sport Lisboa e Benfica decidiu que a tua camisola, aquela que porta o número 29, não será mais utilizada, um acto levado a cabo em tributo à tua memória. O teu nome será perpetuado para sempre no Museu do Clube para que não sejas mais esquecido.


Obrigado pelo futebol que nos vieste oferecer,

Quinas

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quarta-feira, dezembro 14, 2005

10. — F.C. Porto, 1973-74 – Pavão

F.C. Porto - V. Setúbal, 2-0
CN, 13.ª Jornada.
16-Dez-73
Local: Estádio das Antas, no Porto.
Árbitro: Porém Luís (Leiria).
Golos: 1-0, Abel (7 m); 2-0, Marco Aurélio (25 m).
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F.C. Porto: ► Tibi — Rodolfo, Ronaldo, Rolando, e Guedes — Pavão (Vieira Nunes, 13‘), Marco Aurélio, e Bené — Oliveira, Abel, e Nóbrega.
► Treinador: Béla Gutmann.
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V. Setúbal: ► Joaquim Torres — Rebelo, Carlos Cardoso, José Mendes, e Lino — Octávio, Matine (Vicente, 60‘), e José Maria —
Campora (José Torres, 46‘), Duda, e Jacinto João.
► Treinador: José Maria Pedroto.
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Texto:
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Era o dia 16 de Dezembro de 1973 – já lá vão 32 anos – e jogava-se a 13.ª jornada do Campeonato Nacional. Nesse dia jogavam nas Antas o F.C. Porto de Béla Gutmann e o Vitória de Setúbal de José Maria Pedroto. O Abel inaugura o marcador para o F.C. Porto logo ao minuto 7 e começa-se a criar um ambiente festivo no estádio, pois o V. Setúbal era um adversário de luxo e um dos mais sérios candidates ao títlo de Campeão Nacional. Uma vitória sobre a turma sadina seria tida como um grande resultado.
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De repente, uns minutos mais tarde, Pavão [
Cromo n.º 63 – Pavão, «OCromo dos Cromos»] faz um passe para Oliveira e estatela-se no relvado. Logo a seguir o jogo pára para que seja socorrido o jogador que está caído no terreno de jogo. Consta-se que quando o médico do F.C. Porto, Dr. José Santana, se aproxima do jogador verifica que ele está em estado de coma. Os outros jogadores não se aperceberam disso – e o público também não – e, claro, ninguém se alarma com a ocurrência. Pouco depois o jogo prossegue.
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Seguidamente, o jogador é transportado de emergência para o hospital de São João porque a situação é considerada grave. No hospital, todas as tentativas feitas para o reanimar não são bem sucedidas e o jogador não sobrevive. Tudo aconteceu relativamente rápido, que durante o intervalo do jogo, já alguns elementos da turma portista haviam recebido a trágica notícia. Ao que se consta, os jogadores suplentes do F.C. Porto já estavam inteirados da ocurrência antes de regressarem ao banco para o reinício da 2.ª parte.
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Contudo, todos os que da notícia sabiam, trataram de a manter em segredo para que o jogo chegasse ao fim sem que o público entrasse em qualquer tipo de comportamento que levasse à necessidade de cuidados ou intervenções de emergência. Ao intervalo, os altifalantes anunciaram que se tratava de uma congestão, na tentative de manter o público sereno e compenetrado no jogo.
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Quando o jogo terminou, percebia-se que o público não estava convencido que tudo estivesse bem com o Pavão, o grande ídolo de todos os portistas. Alguns minutos a seguir ao apito final, alguém – não tenho conhecimento de quem tenha sido – em voz alta, vindo de dentro das instalações do estádio, deu a conhecer que o Pavão havia falecido. A vitória alcançada pela equipa nesse dia não foi festejada. Em seu lugar jogadores, dirigentes e público abandonaram o estádio em lágrimas, e tentando se consolar uns aos outros. Foram momentos dolorosos para todos os que viveram essas horas, que por certo foram horas que se prolongaram pelo tempo fora. Esse foi, com toda a certeza, o momento mais triste e doloroso da história desse recinto.
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Fernando Pascoal das Neves «Pavão», jamais serás esquecido. Por mim, tenho a infinita pena de nunca te ter visto jogar, mas pelo que tenho ouvido sobre ti, tu eras um autêntico génio da bola. Felizmente, eu sei que houve muitos, mesmo muitos, que se deliciaram com o teu futebol. A tua memória perdurará pelos tempos.
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Obrigado pelo teu futebol,

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Quinas
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quarta-feira, novembro 30, 2005

5. — Sporting C.P., 1993-94 – A. Pacheco

V. Setúbal – Sporting, 2-3
CN, 2.ª Jornada.
29-Ago-93
Local: Estádio do Bonfim, em Setúbal.
Golos: 1-0, Yekini (15 m); 1-1, Balakov (55 m); 1-2, Cherbakov (58 m); 2-2, Yekini (60 m); 2-3, Pacheco (77 m).
Árbitro: Miranda de Sousa (Porto).

Sporting (4x1x4x1): Costinha; Nélson, Carlos Jorge, Valckx, e Paulo Torres; Paulo Sousa; Figo (Capucho, 61’), Cherbakov, Balakov (Filipe, 83’), e Pacheco; Cadete (cap.).
Treinador: Bobby Robson (inglês).

Happy Birthday to You!
Happy Birthday to you,
Happy Birthday to you,
Happy Birthday dear António Manuel Pacheco Domingos
Happy Birthday to you.


António Pacheco completa 39 anos no dia 1-Dez-05. O jogo acima documentado foi o segundo jogo do Pacheco ao serviço do Sporting e talvez tenha sido o de mais rendimento em termos práticos. Pacheco marcou o golo da vitória num jogo emocionante e de crucial importância na arrancada do Sporting para o tão almejado Título. Esse golo foi o primeiro golo do Pacheco ao serviço do Sporting. A primeira época do Pacheco no Sporting foi bastante razoável. Pacheco jogou 32 jogos e marcou 3 golos em todas as competições. Na segunda, e última, época só fez 3 jogos e não marcou qualquer golo.

No que diz respeito ao Sporting, foi uma época que começou empolgante, mas de repente a equipa entrou em derrapagem (contra Gil Vicente, 0-0/F; Boavista, 1-2/F; F.C. Porto, 0-1/C; e Casino Salzburgo, 0-3 a.p./F) e Sousa Cintra despediu Bobby Robson e colocou no cargo Carlos Queirós. Ao que tudo indica, a pressa do Sousa Cintra em despedir Robson teve a ver com a situação que se vivia no F.C. Porto. Tomislav Ivic estava a ponto de ser despedido devido a fracos resultados. Sousa Cintra tentou contratar o Queirós antes que o Pinto da Costa se desfizesse do Ivic e fosse buscar o Queirós para as Antas. Para isso teve que mandar o Bobby Robson embora antes que o Ivic fosse despedido do F.C. Porto. A derrota em Salzburgo, depois de ter ganho 2-0 em Alvalade foi a altura propícia para fazer a mudança.

O Sporting andou bem perto do título, mas os 6-3 do Benfica em Alvalade, no dia 14-Mai-94 acabaram com o sonho. Foi, mais bem, o reavivar de pesadelos antigos.

Em que lugar terminaria o Sporting se o Bobby Robson não fosse despedido? «Take My Poll»

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Inicialmente criado em 30-Nov-2005, às 17h14.
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